sexta-feira, fevereiro 20, 2009

Combo.








Angústia é angústia.
A minha angústia é narrada por meio de cordas que sussurram melodias tristes. Melodias graves, médias, agudas. Não importa o tom, o que importa é que cantam a tristeza.
O aperto no peito é angústia.
A angústia espreme o pulmão e deixa o ar correr como alguém que tenta, mas não consegue andar rápido na areia fofa e seca.
É claro que vocês sabem com é.

Inquietação.
Esperar algo que não vem...nem por encomenda.

E tem remédio pra angústia?
Não sei.

O que eu sei é que não quero uma arma de caça.
Arma branca só se for pra cortar um queijo.

Ebrulha o que te embrulha o estômago e deixa de stand by se não der pra jogar fora. Depois a gente cuida de uma resignificação de um futuro ex-incômodo.

Enquanto isso, deixe estar.





terça-feira, fevereiro 17, 2009

Dedo de prosa.


Adoro andar. Disse ela a um garoto que se encontrava encostado na porta de uma padaria. Andar faz bem pra pele, pro cabelo, pro corpo inteiro.
"Eu ando meio desligado", serve?
FIM.

domingo, fevereiro 08, 2009

No mínimo curioso.


Hoje eu estava cansada. Cansada de pensar e sentar em frente ao computador para escrever algumas laudas de um trabalho de conclusão de curso. Então eu tomei a decisão de assistir um pouco da tv aberta. Que decepção!

Quanto mais eu tento me adaptar a alguma programação que não seja a da tv por assinatura, com o objetivo de observar o que os "grandes" canais veiculam para a audiência, eu mais crio repulsa. Eles nos fazem de idiotas. (ou seríamos mesmo uns idiotas que merecem uma programação imbecil?)

Levando-se em consideração a teoria na qual a programação é construída pela audiência, realmente o que assistimos é feito pra gente.

Agora eu me pergundo: será que as massas gostam mesmo de ver o sofrimento alheio, a felicidade alheia, a agonia alheia, a realização de um sonho alheio? Se isso de fato é assim, deveríamos pensar que as pessoas têm se satisfeito mais com a satisfação do próximo do que com as suas próprias?

O que eu quero dizer é que eu acho asbdurdamente estranho o homem deixar de viver a sua vida, de caminhar, de crescer, de viver porque o fato de ter um outro sujeito vivendo, caminhando, crescendo, com o qual ele estabelece qualquer tipo de identificação, é o suficiente. Alguns homens não precisam chorar, sorrir, sentir dor ou prazer porque já existe alguém que faz isso por eles.

Mesmo sendo por meio de uma forma catártica de "experiência", o homem observador já vivencia porque um personagem, uma pessoa famosa com a qual ele se identifica, vivencia.

Isso é muito bobo, não? Mas é o que acontece. É aquela história que justifica o alto sucesso do "Second Life". Vai entender.

Mas como eu sou do grupo das pessoas que gostam de experimentar coisas e situações por elas mesmas, me entedieie com os desabafos e o sofrimento de uma atriz famosa que ultimamente tem feito a mídia vender um monte de impresso e deixei a televisão com esta indagação.

Hoje em dia está todo mundo acomodado e as pessoas se contentam em conhecer os lugares pela televisão que hoje ainda tem o plus da high definition.

Eu prefiro guardar qualquer trocado que seja e conhecer por mim mesma novas locações, assim como sofrer por mim mesma, ser feliz por mim mesma, sentir prazer por mim mesma e por aí vai.

Acorde!

napontadodedo: valores retorcidos.

quarta-feira, fevereiro 04, 2009

फेडोर

Suar frio é sentir um gelo na espinha.
Ter cólica é sentir a barriga ou o útero te expremer por dentro.
O satisfazer de uma necessidade: prazer.


सूअर फरियो é सेंतिर उम् गेलो न एस्पिंह.
तेर cólica é सेंतिर अ बर्रिगा ओऊ ओ útero ते एक्स्प्रेमेर पोर देंत्रो.
ओ सतिस्फाजेर दे उमा नेसस्सिदादे: प्रजेर.