sexta-feira, fevereiro 20, 2009


Angústia é angústia.
A minha angústia é narrada por meio de cordas que sussurram melodias tristes. Melodias graves, médias, agudas. Não importa o tom, o que importa é que cantam a tristeza.
O aperto no peito é angústia.
A angústia espreme o pulmão e deixa o ar correr como alguém que tenta, mas não consegue andar rápido na areia fofa e seca.
É claro que vocês sabem com é.

Inquietação.
Esperar algo que não vem...nem por encomenda.

E tem remédio pra angústia?
Não sei.

O que eu sei é que não quero uma arma de caça.
Arma branca só se for pra cortar um queijo.

Ebrulha o que te embrulha o estômago e deixa de stand by se não der pra jogar fora. Depois a gente cuida de uma resignificação de um futuro ex-incômodo.

Enquanto isso, deixe estar.